A insignificância do Senado e das Togas no Brasil.

Postado por  Fernando em 30, maio, 2011  •  Comentários (18)  • 

Os Juízes e desembargadores do STJ, procuradores de justíca e membros do poder público dos estados estão, finalmente, se recolhendo á insignificência de suas togas e martelos, pois a desonra pública está batendo em suas brilhantes mesas invernizadas na imoralidade, incompetencia e totalmente cega e aleijada justiça brasileira.



O poder pelo poder leva ao quadro político degenerado que hoje vivemos no nosso País, no qual a esperteza é mais valorizada do que a inteligência e a correção ética.

A impunidade estimula a corrupção, é um cancro que precisa ser extirpado. Apesar das promessas reiteradas em casa discurso de posse, a cultura da impunidade não apenas permanece entre nós, mas se estabelece em bases sólidas num terreno cada vez mais fértil. Em outros países - e temos diversos exemplos recentes - uma mera suspeita é suficiente para que haja uma renúncia, a fim de que alguém rejeite uma colocação pública. E essa iniciativa não representa uma confissão de culpa, como alguns poderiam dizer. Significa apenas a sensatez de separar o espaço público das pendências privadas...

Trecho do discurso do senador Jarbas Vanconcelos (PMDB-PE), em 04/03/2009 na tribuna do Senado, após ter sido expulso da Comissão de Constituição e Justiça pelo d
esafeto (político corrupto) Renan Calheiros (PMDB-AL). Renan, aquele mesmo que saiu da presidência do Senado por uma série de denúncias.

No Brasil as Togas são uma vestimenta como a roupa de um gari, como a diferênça de que o uniforme do gari representa mais, com mais respeito que as Togas dos Juízes, Desenbargadores e as gravatas dos procuradores. A prova disso são os políticos que debocham constantemente das condenações e determinações do TCU contra corruptos como o Sr. Ricardo Leyser, condenado a devolver 18 milhões aos cofres públicos desde 2007 e até agora nada, e nem cadeia. A cidade da música é só mais um dos muitos motivos pela desmoralização da palavra Justíça no Rio de Janeiro.

Mais acima disso, estamos presenciando uma vergonha para o País. O caso Palocci que recebe e defesa do ex-presidente Lula e da atual presidenta Dilma Rousseff, transforma e certifica o texto de Jarbas Vanconcelos acima.

Já há uma preocupação com os estudantes de direito que já admitem que só os cargos com seus homéricos salários, as vantagens e a certeza de deter o poder nas mãos são os atrativos para a escolha da profissão. Os concursos para os setores jurídicos já não são mais atrativos dos idealistas ou os sonhos utópicos daqueles que querem e desejam um País moralizado e justificando literalmente o nome Justiça.

O Palocci não é o único que deveria ser investigado. O filho de ex-presidente, o Lulinha deveria estar no Guiness Book. Em menos de dois, iniciando o primeiro mandato do pai, saiu do emprego de auxiliar de um Zoológico, ganhando um salário de 600 reais, para um milhorário recebendo portes de 5 milhões da Telemar.

Resta saber o que pensam os membros do Senado, Juízes, Desembargadores, Procuradores de Justiça e todos os que podem e recebem para lutar e moralizar o País. O que sentem quando sentam-se com suas famílias, seus filhos em uma mesa para uma refeição sabendo que só eles podem por na cadeia corruptos que sugam verbas destinadas a Educação, Saúde e outros setores de extrema necessidade para o Povo Brasileiro? Como podem exercer e educar os seus, se eles próprios nem se mostram sabem o significado da palavra honra, moral e honestidade; trabalho, execução e cumprimento do deve. Se nada for mudadona política ou no sistema de Justiça no Brasil, chegará o tempo em que um Juíz terá vergonha de dizer sua função, ou não dirá para se proteger de um possível linchamento, assim como um policial esconde sua profissão por causa da fama de assassinos e corruptos que a polícia detém hoje.


Absurdo-brasil.com

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